domingo, 8 de junho de 2014

cavalo solto

foto: luís castanheira
Meu cavalo solto
não finjas de morto
não fiques parado
neste pobre prado.

Ergue-te do chão
dou-te a minha mão!

Cavalga as estrelas
no desejo de vê-las
corre sobre as ondas
guia-te pelas pombas.

É hora de seres
e de renasceres.
Liberta a essência
da tua existência.

E dentro de ti
coração que eu vi
é a natureza
com elevada certeza
que por fim clama
e acende uma chama:
a da Liberdade
única Verdade.

Segue o teu destino
escolhe o teu caminho
ergue-te do chão
dou-te a minha mão!


LM_29.jul.2013


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