domingo, 8 de junho de 2014

do nascer à morte

Reafirmo agora toda essa esperança
Dum caminho novo para lá do desejo
A paixão retida que eu já não vejo
E o amor-destino nesta confiança.

Presente sereno no vazio desértico
Sigo o sonho num vasto horizonte
Atravesso o rio pelo meio da ponte
E na outra margem fica a liberdade.
Um grito ecoa por toda a cidade
Escrevo com sangue um canto poético.

Das máscaras no rosto soltaram-se amarras
Deixei de fingir, tenho-me como um todo
Encontros e desencontros fizeram-me mais forte
Racional no modo, estou cheio de sorte.
E as emoções…? Ficam ilusões.
Construindo a alma no tempo corrido


Do nascer à morte!

LM_25.jun.2013


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