terça-feira, 5 de agosto de 2014

oleiro

foto luís castanheira

De fino barro moldaste
e o futuro torneaste.
Oleiro de corpo inteiro
olha a obra acabada
criaste uma alvorada
na subida do outeiro.

Pobre terra de emigração
onde caminhei pela mão
fui contigo em pensamento
em terra de novos horizontes
e sem haver tantos montes
voei livre como o vento.

Já não sei por onde paras
mas hoje recordo o tempo
das feridas que já não saras.


LM_17.fev.2014




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