quinta-feira, 2 de julho de 2015

em cada dia




sobre primaveras suspensas do olhar
pairam densas nuvens cinzentas
firmamento que escurece a cada andar
mas tentas…
em cada patamar
esforço desumano para o céu abraçar

e nesse olhar
não há esperança
não há lembrança
de um dia lá poderes chegar

…cada dia
é para te matar.


Lm_02.jul.2015




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