segunda-feira, 21 de novembro de 2016

mel

eras tu
  qual constelação  dum
  universo em expansão
 como se não houvesse amanhã
   e o Tempo curvasse
   ao início, em U.
 depois deste-me o mel
   dos sonhos
 e com eles contruí o paraíso
...sempre fostes tu.


1 comentário:

  1. Luís, sobre o comentario que não viste publicado, fui encontrá-lo no dia 08.11, na postagem intitulada FELIZ ANIVERSÁRIO. Por isso ainda não tinha me manifestado a respeito, pois somente a observação que tu fizeste me fez procurá-lo entre os outros, e lá o encontrei.
    Acredite, meu amigo, não foste leviano com a tua sugestão, e para que fiques ainda mais tranquilo devo dizer que outros amigos já me haviam pedido a mesma coisa. A minha justificativa foi a mesma para todos, mas estou com uma leve esperança de que em breve, se forem favoráveis certos projetos que estão em andamento, eu possa mudar a cor, talvez o título do blog e também postagens com temas mais alegres... Vamos ver, pois a esperança que há muito me havia abandonado está voltando aos poucos... Vou dar tempo ao tempo! Acredito que desta forma estarei atendendo ao seu pedido: estou vivendo! E se os projetos forem mesmo concretizados, acredite, será a forma mais bonita que encontrei para conservar a memória do meu grande amor, a mais bela homenagem que estarei a ele prestando.
    É claro que podes me chamar de Amiga, ficarei honrada e feliz com esta tua deferência. E também já te considero um amigo. Sendo assim, podes continuar opinando sobre o blog, podes até “puxar-me” as orelhas se sentir necessidade (risos). Tive um amigo blogueiro português que nos comentários fazia até as correções gramaticais quando ocorria algum deslise na postagem. Como ele era sempre o primeiro a comentar, ainda dava tempo de corrigir quando ele conseguia me convencer do erro (risos). Como você vê, os relacionamentos virtuais podem ser muito produtivos, agradáveis, e baseados também numa amizade sincera onde se permitem opiniões e divergências, como acontece nos relacionamentos reais.
    Sobre o teu poema MEL, uma doçura de versos, delicados, sensíveis, numa homenagem linda à pessoa amada.
    Fizeste-me lembrar um trecho que escrevi há tempos para o meu amado e que deixo aqui de presente para ti:
    Eras tu, meu doce amor, que sempre me levava a caminhar por atalhos onde o sol fazia rebrilhar as esperanças que de mim fugiam... Eras tu que me aconchegava ao peito quando uma dor maior me fazia sucumbir e nada enxergar além da tristeza... Eras tu, amor meu, sempre foste tu a me seguir como um terno anjo, com asas iluminadas de amor que Deus um dia colocou em ti e te fez descer à Terra com a missão de me proteger...
    Eras tu, sempre foste tu!
    Que as horas te cheguem luminosas, alegres e coloridas.
    Um beijo,
    Helena

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