quarta-feira, 2 de maio de 2018

ao alcance das mãos

e porque não...e porque não
eu que vejo e tu, não.
eu que canto partituras
na tua mão
e tu, não. tu, não.
tu, que deixas as palavras
presas aos olhos
e os sons encolhidos
como folhos.
leio-te o desejo
na ternura 
que em ti vejo
e compreendo...
os sentidos
na  linguagem dos amantes.
lm_02mai.2018

3 comentários:

  1. Adorei o poema!!!!!! Não conhecia o seu blogue. voltarei.

    Beijinhos
    Fanny Costa

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  2. Muito bonito, e deveras melodioso.
    Gostei muito pois já o tinha lido no comentário lá no maresias.
    Obrigada!
    beijinhos
    :)

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  3. poema muito bem urdido.
    de derreter todas as indiferenças.

    forte abraço, caro Luís Castanheira.

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