quarta-feira, 13 de junho de 2018

o infinito...


duas linhas paralelas
e, entre elas, travessões
a segurar as palavras.

cavalos brancos
correm livres
em prados abertos.


espumas do mar
clamam por liberdade
como nuvens no ar.

e as árvores
a tudo assistem
entre sombras
de pássaros a voar.

(pelo meio viaja o poema)

lm_13.jun.2018

3 comentários:

  1. As tuas palavras, tão ansiosas por um espaço livre, correm como os cavalos e voam como os pássaros, sem nada que os prenda…
    Gostei imenso.
    Um bom fim de semana.
    Um beijo

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  2. O poema no voo do olhar do
    poeta neste respirar unidade
    natureza-vida-palavras-Ser!...

    Muito belo, Luís.
    Feliz domingo na paz!
    Um beijo.

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  3. gostei muito do poema, caro amigo Luís
    de uma leveza esvoaçante e tão denso de sentido

    forte abraço

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